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A cidade politicamente correta

Autoria
Elisabete da Cruz
Ilustrações
Lais Dias
Temáticas
Cidadania Civismo Convivência Direito das crianças Economia Empatia Migração Políticas Públicas Refugiados Respeito
Preço

R$47,90

Quantidade

Sinopse

A cidade de Fraterna sempre foi pacata e, dentro do possível, organizada. A chegada de moradores inesperados pareceu um caos em um primeiro momento, mas logo os fraternenses – em especial as crianças – usaram todas as suas habilidades para criar um bom plano estratégico, capaz de mudar a vida de todos para sempre.

Este livro apresenta uma narrativa envolvente e lúdica, que discute assuntos necessários e urgentes como saúde, educação e habitação, de um jeito divertido, para levar os leitores à reflexão do papel de cada um na sociedade.

Ficha técnica

Largura 20.5 cm
Altura 27.5 cm
Peso 0.250 kg
Acabamento

Brochura

Faixa etária

8-9 anos

ISBN

9788595540637

Páginas

48

Ano

2019

Edição

Características

Leitura independente
Projeto de leitura

Autoria

Elisabete da Cruz

Sou Elisabete, a autora deste livro. Atuo como educadora, escritora, empresária e produtora executiva na área de projetos culturais, educativos e de entretenimento, envolvendo públicos de todas as idades. Trabalhar com Dora Educa foi um grande aprendizado. Ela despertou em mim a paixão pela educação e, a partir de então, da educação nunca mais me desvinculei.

Todas as profissões são importantes para a construção de uma cidade mais justa, mas a educação é a base, pois ela norteia os indivíduos e os prepara para enxergar o que cada um tem de melhor. A dedicação de Dora Educa me inspirou a estudar teatro, magistério, pedagogia, educação transdisciplinar, contação de histórias e mais uma porção de cursos até chegar aqui, na criação de histórias que possam fazer as pessoas enxergarem seu papel na sociedade.

Ilustrações

Lais Dias

Cresci em São Paulo, cidade grande. Desenho desde que me conheço por gente. Acho que comecei a desenhar quando tinha três anos. Ficava quietinha desenhando os cachorros, as bonecas, os carrinhos e depois os irmãos e amigos. Com essa mania ganhei o apelido de avoada. Depois, adolescente, comecei a fotografar. E não parei mais de desenhar e de fotografar. Acreditem ou não, ainda desenho meus cachorros. Isso me dá a impressão, às vezes, de que nunca cresci.
Agora, só falta voar…

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