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Será que todo mundo tem?

Autoria
Cristiane Boneto Marco Hailer
Ilustrações
Cecília Murgel
Temáticas
Cidadania Competências Socioemocionais Corpo Humano Diversidade Inclusão Respeito Sentidos
Preço

R$49,90

Quantidade

Sinopse

Você já parou para pensar em como as pessoas são diferentes? Será que todo mundo sente cheiros, fala, ouve ou enxerga as coisas do mesmo jeito? Descubra, neste livro cheio de humor, a beleza da diversidade. Pois todo mundo tem a sua própria maneira de existir, de ver o mundo e de se comunicar.

Esta obra alegre e colorida aborda as diferenças de forma lúdica, suave e irreverente.

Ficha técnica

Largura 20.5 cm
Altura 27.5 cm
Peso 0.180 kg
Acabamento

Brochura

Faixa etária

4-5 anos, 6-7 anos

ISBN

9788595540262

Páginas

32

Edição

Características

Leitura compartilhada
Leitura independente

Premiações

2021 Children’s Books Hotlist

Autoria

Cristiane Boneto

Meu nome é Cristiane, mas quase todos os meus amigos e amigas me chamam de Cris, e eu adoro ser chamada assim. Minhas coisas prediletas são: viajar, fazer arte, compartilhar ideias e conhecer novos lugares e pessoas. Sempre tive, e ainda tenho, amigos e amigas de todo jeito, e isso é o que mais me fascina! Que chato seria se fôssemos todos iguais, você não acha? Somos únicos e igualmente especiais!

 

Marco Hailer

Arte-educador, compositor e contador de histórias, Marco Hailer é caipira do interior, de subir em jabuticabeira, pular cerca de arame farpado e brincar de pião. É autor de diversos livros didáticos e de literatura infantil, entres eles vários publicados pela Carochinha, como Meu primeiro bichonário, Um mundo chamado alfabeto, Contos que ninguém te conta, Coleção Alfabetário divertido e O macaco tocador de violão. Marco quer produzir mais para os jovens, focando numa literatura simples, direta, apaixonada, bem-humorada e contextualizada.

Ilustrações

Cecília Murgel

Nasci em São Paulo. Descobri cedo que os lápis são varinhas mágicas e servem para criar coisas coloridas e encantadas. Um dia eu cresci e acreditei que desenhar casas e prédios para as pessoas morarem é que era coisa para gente grande fazer com a caixa de lápis. Fui estudar arquitetura e, por 20 anos, desenhei coisas que se constroem com tijolos. Em 2010 decidi para o resto da minha vida que queria desenhar o que de mais sério há para desenhar: sonhos. E quem foi que disse que não se pode ser o que se é? Quando perguntam a minha profissão, eu digo: “Eu? Eu sou uma desenhadora”. E, para os que pensam que existe um mundo de pessoas grandes e outro de pessoas pequenas, eu digo que sou ilustradora.

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